Retorno ao contexto original

 

     Nestes anos recentes temos observados, um fator preocupante no meio pentecostal, com o surgimentos de novas denominações , não sou contra a abertura de novas igrejas, deste que sejam motivadas por amor as almas e o reino de D´us, entretanto na maioria dos casos que tenho visto, a verdade cruel é que estes pregadores tem como única meta, o enriquecimento dos seus fundadores e familiares.

 

     Fazendo verdadeiros imperios familiares, vendendo a fé como produto de consumo, ensinando principios que são na realidade contrarios aos estabelecidos pelo Eterno , com respeito aos dizimos e ofertas. Sei que serei duramente criticado por este mercadores da fé alheia, mas como já relatei neste website , que o proposito deste ministerio é o retorno ao contexto judaico e original em que viveu Yeshua e seus talmidim, do primeiro ao segundo seculo depois da era comum, Sei da importancia da guestão financeira , vivemos num mundo, onde é necessario o dinheiro para sobreviver, e também para investir na obra do Eterno, mas atualmente no meio evamgelico estão distorcendo, e manipulando as Escrituras Sagradas pelos interreses pessoais deste homens , que fizeram da casa de D´us como Yeshua disse de covís de lobos em vez de ser uma casa de oração para todos os povos.

 

   Transcreverei um estudo, que não é de minha autoria, infelismente não sei o nome do amado irmão no Mashiach, mas por ser baseado no contexto original, e historico da epoca tanto dos profetas como de Yeshua e seus apostolos, entretanto acrescentarei alguns comentarios sobre o assunto , que todos os leitores possam ter suas mentes abertas para a verdade e livre de ideias pré estabelecidas , como dogmas por suas denominações, todos tem o direito ortogado pelo Eterno de questionar e tirar suas proprias conclusões, respeitando as opiniões divergentes.

 

1. Definição etimológica.

 

A palavra dízimo origina-se do vocábulo hebraico maáser cuja raiz hebraica provém das consoantes "aim, shim e reish" a qual é relacionada ao verbo árabe ashara, “formar uma comunidade”, um grupo, e com os substantivos árabes ±ashr£rat, “tribo”, ma±shar, assembléia.

É provável que o vocábulo dízimo origina-se da raiz acima por causa dos dez dedos, o desenvolvimento semântico foi o de que “dez” equivale a uma “coleção”, “união”. Conseqüentemente, dez em árabe é ashr; em ugarítico, þr; em acadiano, eþru; em aramaico bíblico, ±¦´ar.

 

2. A origem do dízimo.

 

O costume de dar 10% da parte dos produtos da terra e dos espólios das guerras para os sacerdotes e reis (1 Mac 10:31; 11:35; 1 Sam 8:15,17) era um costume muito antigo entre algumas nações.
Os egípcios como também os mesopotâmicos tiveram esse costume (é visto, por exemplo, em citações da literatura acadiana com respeito a dízimos pagos a deuses ou templos, em CAD, V. 4, p 369). Os judeus praticaram este costume antes mesmo da instituição da lei mosaica (Gn 14:17-20; Gn 28:22).

 

3. O registro bíblico.


No Pentateuco se encontra o registro da legislação sobre os dízimos em três lugares.
(1) De acordo com Lev 27:30-33, o dízimo era dado da semente da terra, i.e. das colheitas, do fruto das árvores, e do rebanho (comp. Dt 14:22,23; 2 Cr 31:5,6).

(2) Em Num 18:21-32 é registrado que o dízimo deveria ser pago aos Levitas.

(3) Em Dt 12:5,6,11,18 é dito que o dízimo era levado até o lugar onde o Senhor escolhera. Fora isso há o registro de se vender o produto para depois dizimar Dt 14:22-29.

 

4. Comentário extra-bíblico.


Os dízimos foram nomeados da seguinte forma o Primeiro Dízimo, o Segundo Dízimo, e o Dízimo do Pobre que também era chamado de o Terceiro Dízimo (Pe'ah, Ma`aseroth, Ma`ser Sheni, Dema'i, ha-shanah, comp. Tobi 1:7,8).

O Primeiro Dízimo era dado aos Levitas, o Segundo Dízimo poderia ser mudado para dinheiro com a adição de uma 5ª parte de seu valor para atender todos aqueles que estavam longe de Jerusalém.
Poderia ser comprada só comida, bebida ou ungüento com o dinheiro (Ma`aser Sheni 2.1; compare Dt 14:26). O dízimo de gado pertencia ao Segundo Dízimo, e seria usado para o banquete em Jerusalém (Zebhachim 5 8).

 

A explicação dada por muitos críticos é que Deuteronômio e Levítico são camadas diferentes de legislação, e que o dízimo de Levítico é pós-exílico isso é criação do Código Sacerdotal.

A lei do Talmude de dizimar estende a Lei de Moisés, ou seja, o Talmude ensina que até mesmo para os produtos menores da terra não só as sementes, mas, até mesmo em certos casos, as folhas e talos tinham que ser dizimados (Ma`aseroth 4 5), como a hortelã, endro e cominho (Dema'i 11 1; compare Mt 23:23; Lc 11:42). O princípio geral era que “tudo o que fosse comido, e que cresce sobre a terra” deveria ser dizimado (Ma`aseroth 1 1).

 

5. A Tesouraria.

 

Havia naquela época a necessidade de uma “tesouraria” e isso com relação à casa do Senhor isso se dava pelos oferecimentos dos dízimos, e espólio das guerras a qual era dedicado ao Senhor. Em Js 6:19,24 se tem o registro da “tesouraria da casa do Senhor”.
No reinado de Davi, e em seus planos para o futuro templo, grande proeminência foi dada às “tesourarias”. Em 1 Cr 26:20-27 são determinado os nomes daqueles que estariam incumbidos da responsabilidade da tesouraria da casa de Deus.

 

6. O Templo de Salomão.

 

Em 1 Cr 28.11 é mencionado que Davi dá a planta para Salomão daquilo que devirá existir no templo, e a mesma distinção é feita das “tesourarias” (1 Cr 28:12).
Entretanto existem várias narrativas que informam que os tesouros não ficavam apenas na casa do Senhor (1 Rs 14:26; 15:15,18; 2 Rs 12:18; 14:14; 16:8; 18:15; 24:13).
Em 2 Rs 12; 2 Cr 24 se tem uma visão da administração do uso do dinheiro daquela época.

 

7. O Templo de Herodes.

 

No templo de Herodes a tesouraria ficava no tribunal das mulheres. Próximo aos pilares das colunatas existia 13 caixas para serem depositados os dinheiros oferecimentos pelas pessoas (veja em Mc 12:41; Lc 21:1 o relato da viúva pobre); este tribunal parece ter sido o lugar do depósito dos tesouros do templo, onde mais tarde se deu o nome de gazofilácio (Jo 8:20).

 

8. Resumo.

 

Após esse pequeno estudo restam agora algumas indagações. Existiu dinheiro naquela época? Sim! Mas para qual finalidade? Isso se vê esboçado acima! Havia tesoureiros? Sim! Mas o que faziam? Existia santuário para ter dinheiro? Sim! E depois que foi destruído o santuário, houve ainda dinheiro, tesouraria e tesoureiro? Não! Pois após a destruição do santuário acabou a função sacerdotal e o dízimo, e isso é patente por todo o antigo testamento.
Mas quando o santuário fora reconstruído existiu dinheiro, tesouraria e tesoureiro? Sim! Mas como até hoje não há mais santuário em Israel, Também não há mais dizimo! Então porque hoje o dizimo é cobrado nas denominações evangélicas como obrigatório e não como algo voluntário?



Reflitam e revejam.

 

 

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13/07/2015 14:45
Veremos a seguir uma síntese da vida dos dozes discipulos de Yeshua, contendo, suas cidades, localidades de origens, profissão que exerciam antes de serem    escolhidos por Yehushua, pontos de suas personalidades, alguns fatos de seus ministérios e, como se deu a morte de cada um. A...
13/07/2015 00:00
Em breve estarei tratando de um assunto , de suma importância  .Algo que está ocorrendo no meio evangelico pentecostal , pastores e pregadores que tem usado crianças para divulgarem sua denominação  , ou ministerio pessoal .Praticando exploração infantil , ou, Pedofilia Espiritual ,usando...

 

 "" Então , a nuvem cobriu a tenda da congregaçâo , e a glória do Senhor encheu o tabérnaculo. "" 

    (  Êxodo 40 ; 34  )

 

 
 

 

     

 

     O maior tesouro  que o homem pode ter , é a palavra do Eterno de Ysrael

                    

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